O PERDÃO: Todos nós queremos ser perdoados, em nossas preces dizemos: “perdoai-nos assim como nós perdoamos,” E dentro desta frase eu tenho pensado na hipótese do perdão de nossas faltas. Se ninguém nunca me ofendeu não que eu me lembro, por isso não tenho que perdoar ninguém, pois nunca fui ofendido, na mesma medida então não vou ser perdoado, se não fui ofendido e nem perdoei ninguém.
Agora veja o que um dos maiores mestres de sabedorias nos diz:
RAMATIS: — Não alimenteis as falsas ilusões que as religiões criaram a esse respeito. O perdão exige uma premissa, que é a ofensa. Ninguém pode perdoar sem ter aceitado ou considerado a ofensa correspondente. Portanto, para que Deus perdoe, é necessário conceber-se que, antes disso, se sentisse ofendido! Uma vez que Deus não se ofende —pois é o Absoluto Criador Incriado — não precisa perdoar. Ele é a Lei Suprema, cujo objetivo se revela na consecução
da felicidade do espírito. Demais, o perdão à última hora — não modifica o conteúdo íntimo da alma, a qual necessita reeducar-se para se harmonizar com as esferas de vibração mais pura.
RAMATIS: — Não alimenteis as falsas ilusões que as religiões criaram a esse respeito. O perdão exige uma premissa, que é a ofensa. Ninguém pode perdoar sem ter aceitado ou considerado a ofensa correspondente. Portanto, para que Deus perdoe, é necessário conceber-se que, antes disso, se sentisse ofendido! Uma vez que Deus não se ofende —pois é o Absoluto Criador Incriado — não precisa perdoar. Ele é a Lei Suprema, cujo objetivo se revela na consecução
da felicidade do espírito. Demais, o perdão à última hora — não modifica o conteúdo íntimo da alma, a qual necessita reeducar-se para se harmonizar com as esferas de vibração mais pura.